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quinta-feira, 4 de setembro de 2014
Quem sabe amanha seja melhor que hoje. Quem sabe sorrir seja melhor do que chorar e talvez, mesmo depois de tudo, ainda existam motivos para ficar. Quem sabe a felicidade seja o caminho mais fácil. Quem sabe seja melhor poder sentir esse cheirinho da pele e a tranquilidade que é poder se sentir livre. Quem sabe amar seja uma escolha que se faz todos os dias. Quem sabe as pessoas realmente se arrependam, aprendam, mudem... Quem sabe, dessa vez, as coisas deem certo, afinal, uma hora tinha que dar. Quem sabe a gente seja feliz e tome café da manhã na mesma mesa pro resto da vida. Quem sabe você tenha pra sempre menos que metade do armário porque minhas roupas ocupam a minha parte e a sua. Quem sabe a gente tenha mesmo uma segunda chance e nossos dias voltem a ser azuis, mas eu não me importaria se fossem tão rosas quanto as paredes que nos separam do resto do mundo. E que bom é ter no mundo um lugar que cabe todo o meu amor. Quem sabe isso não seja o tipo de coisa que acontece na vida real, mas quem sabe seja amor, um amor leve e feliz. Eu acredito na sorte!
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quinta-feira, 4 de outubro de 2012
sorrir, só rir, sou rir
O vento que sopra hoje já não é o mesmo de dias atrás. Queria ser brisa pra bagunçar os cabelos, podia ser o arrepio que sobe as costas e sussurra no ouvido. Seria o beijo apaixonado de um casal que sorri e entre beijos e sorrisos podia ser a lágrima. Seria a saudade que aperta o coração, seria o cheiro do perfume que me lembra esse amor. Seria o quente das coxas, o frio dos pés. Seria o lençol molhado de suor, o sussurro, o arranhão. Seria a força com que as mãos seguram as cobertas já desnecessárias, mas então poderia ser o frio que faz lá fora, o brilho intenso da lua essa noite, poderia até ser a escuridão se conseguisse não me sentir um arco-íris, seria a chuva se não me sentisse tão sol.
Os olhares que se cruzam no cruzar de pernas. As vozes que tão baixinhas gritam para o mundo. O silêncio que permite ouvir o bater de asas de um beija-flor, o som dos passos, dos pés pesados que pisam as folhas secas, o beijo estalado, o sorriso esboçado, a respiração ofegante, as batidas do coração acelerado. Seria o meio sorriso, daqueles bem tímidos, sem jeito. Seria a simplicidade porque é tudo o que somos, seria o amor, porque é tudo o que temos.
Os olhares que se cruzam no cruzar de pernas. As vozes que tão baixinhas gritam para o mundo. O silêncio que permite ouvir o bater de asas de um beija-flor, o som dos passos, dos pés pesados que pisam as folhas secas, o beijo estalado, o sorriso esboçado, a respiração ofegante, as batidas do coração acelerado. Seria o meio sorriso, daqueles bem tímidos, sem jeito. Seria a simplicidade porque é tudo o que somos, seria o amor, porque é tudo o que temos.
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segunda-feira, 18 de julho de 2011
em pedaços de papel 3
É como se o mundo inteiro parasse, em segundos de uma beleza qualquer, mas não era como qualquer flor, ou um passarinho que voa devagar pelo vento. Não pode nem ser comparado ao sorriso mais bonito, e a felicidade mais pura. Não. É mais como o sol, um sol que nasce em um dia de sonhos, é mais como algo que vem para levar a tempestade embora, é mais como uma mudança, algo que tire a monotonia. É mais como o mar, que um dia está agitado e em outro dia calmo, é mais como o céu, que um dia está nublado, chuvoso, e ai vem o arco-íris, indicando o sol.
É mais como algo intocável, mas não um sentimento. São todos eles juntos, são todos eles em sua forma mais pura, como se fossem cores, cores sem mistura nenhuma, apenas em sua forma plena.
É como algo sem gosto, sem cheiro, quase imaginativo, é algo raro de achar, porque enquanto uns existem, outros sentem a vida, que é mais que o sol, que é mais que a nuvem, que é mais, bem mais do que qualquer um de nós
É mais como algo intocável, mas não um sentimento. São todos eles juntos, são todos eles em sua forma mais pura, como se fossem cores, cores sem mistura nenhuma, apenas em sua forma plena.
É como algo sem gosto, sem cheiro, quase imaginativo, é algo raro de achar, porque enquanto uns existem, outros sentem a vida, que é mais que o sol, que é mais que a nuvem, que é mais, bem mais do que qualquer um de nós
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quinta-feira, 14 de julho de 2011
em pedaços de papel 2
A bela, que aprendeu a amar alguém por sua personalidade, a ariel, que mudou toda uma vida pelo amor, a cinderela, a branca de neve, e por trás do castelo de conto de fadas, os fogos, a noite maravilhosa, gente de todos os lugares do mundo, onde quase ninguém se entendia, mas o sentimento era o mesmo.
Os desejos se realizam, as coisas acontecem, basta querer.
Os desejos se realizam, as coisas acontecem, basta querer.
sexta-feira, 8 de julho de 2011
em pedaços de papel
Nessa voz aguda que é o silencio, agradeceria por um segundo de um barulho qualquer, os talheres batendo no prato em um almoço de um dia chuvoso, o tempo que leva para arrastar uma cadeira, até o barulho das persianas se abrindo de manha.
Um grito, minhas cordas vocais arrebentam, a dor é insuportável, mas as lagrimas invisiveis, o choro quieto e o grito mudo.
Um grito, minhas cordas vocais arrebentam, a dor é insuportável, mas as lagrimas invisiveis, o choro quieto e o grito mudo.
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